Apresentação do livro «O Anoso Tronco do Cafeeiro» de Luisete Batista





A escritora Maria Luisete Batista realizou, no passado sábado, 15 de fevereiro, pelas 16h30, na Biblioteca Municipal Pedro Fernandes Tomás, o lançamento da sua mais recente obra «O Anoso Tronco do Cafeeiro». A sessão contou com a presença de Nuno Gonçalves, Vereador da Cultura, de Rui Grácio, editor da autora, e de Emília Caramelo, a quem coube a apresentação da obra. Nuno Gonçalves abriu a sessão, salientando que iniciativas deste tipo “são muito importantes e são o reflexo da estratégia da cultura na Figueira da Foz”. “É por isso que mantemos há uma década as «5as de Leitura», iniciámos mais recentemente as «Terças com Poesia», e temos o serviço educativo da cultura a promover a leitura e a literatura enquanto arte, que é fundamental para o nosso crescimento”, referiu o autarca que ao abordar a obra «O Anoso Tronco do Cafeeiro», destacou as técnicas de escrita utilizadas pela autora, bem como a temática - o café, cujo ciclo de cultivo é “representativo de sabedoria e sapiência e também de estruturas históricas e culturais”. 2 O editor Rui Grácio fez menção a todo o percurso bibliográfico da autora e efetuou uma análise narratológica da nova obra. Já a autora, Luisete Batista, abordou os aspetos mais marcantes, do seu ponto de vista, do romance, nomeadamente o facto de utilizar narradores de primeira pessoa que, “de forma viva e rápida, contam as suas histórias paralelamente”. A autora explicou a forma como o livro foi construído, com muita investigação sobre a plantação, cultivo e transformação do café e a ligação que o tema tem com as suas memórias de infância em África. Emília Caramelo, convidada especial da autora, falou, de viva voz, das suas impressões como primeira leitora privilegiada, fazendo observações assaz pertinentes a propósito da obra em apresentação. A finalizar a sessão, o público teve oportunidade de conversar com autora e trocar impressões sobre a obra, nomeadamente sobre as suas ilustrações, também da autoria de Luisete Batista. As ilustrações/ aguarelas que estiveram em exposição durante a sessão, têm a particularidade de terem sido feitas com café.

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