24 de agosto de 2017

Vila Verde: Casa mortuária inaugurada no próximo dia 27 de Agosto



OBRA

Está concluída a casa mortuária de Vila Verde. No próximo dia 27 de Agosto pelas 10h45, terá lugar a cerimónia que assinala a conclusão da empreitada da casa mortuária da freguesia de vila verde, junto à Igreja Matriz, no próximo dia 27 de Agosto, Domingo, pelas 10h45.


Uma cerimonia na qual estarão presentes, o presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz o Dr João Ataíde assim como o Presidente da Junta de Freguesia de Vila Verde, Vítor Alemão.



Conhece a história da freguesia de Moinhos da Gândara?



HISTÓRIA

A Freguesia de Moinhos da Gândara, no Concelho da Figueira da Foz, foi constituída como tal em 20 de Junho de 1997, por desanexação da vizinha Freguesia das Alhadas, e tem actualmente cerca de 10,74 km² de área e 1 300 habitantes, mas a sua história é muito mais remota.

Origem do nome: Moinhos da Gândara


«O nome de Moinhos da Gândara pretende fazer recordar os moinhos de água e vento que existiam nesta zona desde os princípios do século XIX, com a ajuda dos quais as pessoas fabricavam o seu próprio pão».

Breve História dos Moinhos da Gândara


É extremamente difícil de concluir com exactidão histórica quanto aos princípios da região onde a freguesia se insere. Porém, poderemos apontar como marcos históricos importantes a gestão e a dependência dos povos desta zona geográfica da Quinta de Foja, situada na freguesia de Santana, a cerca de 8 Km de distância.
Aí imperaram durante séculos os denominados frades crúzios, pertencentes a uma conhecida ordem religiosa sediada no Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, que geriam e administravam não só a Quinta do Foja, onde iniciaram a cultura do arroz, como toda esta região. Para isso, tomavam os Povos Vizinhos seus serviçais a troco de pequena soldada. As propriedades de toda a região eram dessa Ordem Religiosa, o que obrigava os habitantes dos povoados a pagarem a renda pelo amanho das terras.
Como pontos de referência desta gestão, temos ainda hoje algumas reminiscências, casos da Casa da Renda, situada no lugar e freguesia de Alhadas, e nome da povoação onde se situa a sede da Junta de Freguesia, Quinta dos Vigários.
Hoje, devido à constante fertilização dos solos e sistemas inovadores de rega, a terra é farta não o tendo sido em princípios deste século e até à década de sessenta, pelo que os indivíduos desta zona geográfica davam origem a cursos migratórios, primeiro para o Brasil, depois para a Comporta e Ribatejo, e na década de sessenta para os países europeus, nomeadamente França, Luxemburgo e Alemanha.

Motivos para separação das Alhadas e criação de uma nova freguesia

O facto de estar distante das Alhadas (antiga sede de freguesia) e isolada por pinhais, levou a população a reivindicar uma freguesia. A intenção de Criação desta Freguesia tem origem ainda antes de 1988, com as viagens sucessivas à sede do Partido Socialista da Figueira da Foz, procurando apoios e esclarecimentos sobre o modo de elaboração do Projecto.
Um primeiro projecto haveria de ser elaborado e daria entrada na Assembleia de Freguesia para votação em 09 de Junho de 1988. Mas nesta altura teve apenas dois votos favoráveis (José Augusto Simões Oliveira e Prof. Filipe Vaz (PRD). Seguiram-se mais alguns projectos, mas que nunca chegaram à votação na Assembleia da República.
 Após o Acto Eleitoral de 1993 (Autárquicas) teve lugar uma primeira reunião em casa do Sr. Jorge Cabete Oliveira, na Quinta dos Vigários, aos 22 de Janeiro de 1994, com a presença dos Srs. Manuel Oliveira Ferreira, José Augusto Simões Oliveira, José Manuel Oliveira Heleno, Jorge Manuel Cabete Oliveira, José António Matos Lopes, José Figueiredo Curto e António Azenha Gomes. 

Desta reunião nasceu a Comissão Promotora constituída pelos seguintes elementos: Manuel Oliveira Ferreira, José Augusto Simões Oliveira, José Manuel Oliveira Heleno, Jorge Manuel Cabete Oliveira, José António Matos Lopes, José Figueiredo Curto, Albano Gonçalves Lé, Carlos Alberto Silva Ferreira e José Augusto Azenha Eulálio. 

Depois de muitas reuniões tidas com e sem a presença do Dr. Paulo Pereira Coelho, o Projecto viria a dar entrada na Assembleia da República em 31 de Janeiro de 1994, sob o número 373/6 e de seu nome “Junta de Freguesia da Gândara”, nome este que viria a ser alterado para “Moinhos da Gândara”, face a um artigo redigido pelo Dr. Idalécio Cação no Jornal “O FIGUEIRENSE” de 13 de Maio de 1994. Com as Eleições de 1995, muda o Governo e consequentemente o Projecto teve que ser renovado pelo Dr. Paulo Pereira Coelho que não baixou os braços, Projecto lei Nr.33/VII (PPD/PSD).

Apesar de nunca ter tido um apoio expresso por parte do Partido Socialista, este projecto viria a ser aprovado por unanimidade em 7 de Maio de 1997 pela Câmara Municipal, também por unanimidade pela Assembleia Municipal em 16 de Maio de 1997 e em Assembleia de Freguesia de Alhadas por maioria em 19 de Maio de 1997. 

A conclusão deste projecto viria a culminar com a aprovação pela Assembleia da República em 20 Junho de 1997, dia este que ficará marcado nas nossas memórias como um dia Histórico dos mais importantes para a nossa Terra. A publicação em Diário da República ocorreu em 12 de Julho de 1997 sobe a Lei n.º 25/97 “Criação da Freguesia de Moinhos da Gândara, no Concelho da Figueira da Foz”.


E o que são terras da Gândara?


Gândara é uma palavra que na toponímia portuguesa se aplica a « qualquer porção de terreno arenoso, inculto e geralmente plano ou pouco relevado ».

A região gandaresa estende-se no sentido norte-sul desde as Gafanhas da ria de Aveiro até aos campos do Baixo Mondego; a nascente confina com as terras da Bairrada e a poente com as dunas do litoral. É esta vasta sub-região de terrenos arenosos que, aqui e além apresenta alguns afloramentos isolados de calcários ou margas, que pretendemos dar-vos a conhecer. Destas terras agrestes e inóspitas, sempre se falou realçando a sua pobreza contrastante com os campos do Mondego e da Bairrada, onde os solos de grande fertilidade proporcionavam melhores condições de vida. 

Os terrenos de cultivo têm-se obtido à custa de grande esforço dos gandareses que, ao longo dos tempos, têm adubado estas areias com o estrume dos currais, a caruma dos pinheiros e uma ou outra paveia de mato. Assim se foi enriquecendo o solo onde hoje se cultiva uma diversidade de espécies, o que muito foi atenuando as diferenças entre as regiões vizinhas. 

Hoje pratica-se uma ocupação permanente do solo, semeando-se milho de rega, associado ao feijão e à abóbora: estas culturas entram em rotatividade no Outono-Inverno com as forragens e a batata. Os pastos para o gado estão ligados a uma rentável actividade da região – a criação de gado bovino; este, além de ajudar no amanho das terras, produz o precioso leite que dá à região uma importância relativa na produção do sector dos lacticínios.


Grande parte da Gândara está coberta por manchas de pinhal, espécie tão bem integrada neste solo arenoso e que confere à paisagem aquele sentido de « horizonte limitado ». Implantam-se também alguns pomares, olivais e vinhas.

Das influências depressivas deste solo « ingrato » no aspecto físico do gandarês, sempre se fizeram referência em escritos antigos: homens secos de carnes, esguios, rostos amarelecidos, contudo, eram alegres na garridice do trajar e nas danças e cantares com que animavam os arraiais e romarias em redor, a que nunca faltavam.

«Os trabalhos sazonais eram também motivo de folguedo, especialmente os que aconteciam na eira por altura das colheitas dos cereais (o milho, o trigo, ou o pão-macho). Todos estes trabalhos exigiam longos rituais que envolviam grande parte das gentes da aldeia, que assim iam ganhando o pão para o dia-a-dia, ou simplesmente a garantia de braços para o dia da sua safra».




Fonte: Areia de Maria Alice Sarabando e Gisela Simões


23 de agosto de 2017

120 quilos de pescada apreendidos na Figueira da Foz


APREENSÃO
A Unidade de Controlo Costeiro, através do Sub-destacamento de Controlo Costeiro da Figueira da Foz, apreendeu ontem, dia 22 de Agosto, na Figueira da Foz, 120 quilos de pescada com o valor presumível de 960 euros.
A apreensão foi efetuada no âmbito de uma ação de fiscalização ao transporte de pescado, moluscos bivalves vivos e crustáceos, tendo a pescada sido apreendida por não ter a medida regulamentar para venda.
O pescado seguia numa viatura cujo condutor, de 53 anos, foi identificado.
Depois de submetido ao controlo higio-sanitário pela entidade competente, a pescada foi entregue a várias instituições de solidariedade. Segundo avança fonte da GNR.

Paulo Bispo é o Presidente da Naval 1893


DESPORTO
Joel Perpétuo


Em 2011 havia uma Naval na 1.ª Liga, hoje há duas Navais nos Distritais de Coimbra.


No ano de 2004/2005 a Figueira da Foz festejou a subida da Naval 1.º de Maio à primeira liga, e até 2010/2011, o conjunto figueirense esteve entre os "grandes" do futebol nacional, mas nesse ano iniciou-se uma queda vertiginosa do clube que está hoje nos Distritais de Coimbra (a última vez que a Naval esteve no campeonato distrital foi em 1965).

Na origem da queda do clube está uma rotura financeira, que complicou as contas ao clube, obrigando este a contrair vários PERs (Processo Especial de Revitalização), levando a Naval até a uma situação bastante delicada. 

Enquanto a situação do clube foi piorando, algumas divergências entre sócios e secionistas levou à criação de uma nova equipa: a Naval 1893, a qual vai ser presidida por Paulo Bispo, um ex-atleta do clube, e a equipa de seniores irá participar na 1.ª Divisão Distrital da AFC (Associação de Futebol de Coimbra), orientada pelo técnico João Pereira.

Existem agora duas Navais na Figueira da Foz, a Associação Naval 1.º de Maio- SAD, a qual vai continuar sob a égide de Aprígio Santos, terá a equipa sénior inserida na Divisão de Honra da AF Coimbra, orientada pelo técnico José Dinis.

Em declarações à Foz ao Minuto, Paulo Bispo novo Presidente do clube, prometeu «devolver à cidade e ao Concelho da Figueira da Foz, um clube, que seja organizado, credível e que esteja ao serviço do associativismo», elucidando que «os clubes existem porque graças aos sócios, e são precisamente estes a grande "mola dos clubes", como tal, pretende-se que a Naval 1893 seja um clube à imagem dos seus associados e represente condignamente o Concelho».

O clube vive uma situação bastante delicada, o dirigente explicou «que não houve assembleias, não houve reuniões, não houve demonstração de resultados, portanto não houve associativismo», não se alongando muito a falar do passado do clube, falando sim do futuro. «Os objectivos do clube passam por proporcionar uma participação condigna para o concelho da Figueira da Foz, na qual os jovens que tem sido formados tenham a possibilidade de jogar num clube com regras, disciplinado e com a filosofia da Naval 1.º de Maio de outros tempos, ou seja, um clube virado para o Concelho e para a formação, que seja também humilde e dos sócios». Explicou o dirigente.

«Antigamente a Naval era um clube ecléctico, e vai agora além do futebol vai apostar nas modalidades, que serão colocadas em prática, nomeadamente o futsal, e outras que sejam  também possíveis, neste momento o clube está a dar os primeiros passos não se pode falar de muitas modalidades numa primeira fase, porém a meta do ecletismo está traçada, e foi justamente essa no passado a "força e arma" da Naval 1.º de Maio». Acrescentou o líder do clube.

Em relação à nova direcção, todos os membros são ex-atletas da Naval 1.º de Maio, ou antigos dirigentes provenientes da formação.

Associação Juvenil da Figueira da Foz reuniu-se com António Durão



POLÍTICA

A Associação Juvenil da Figueira da Foz - AJFF é uma associação sem fins lucrativos e sem ligações político – partidárias que está a ser criada com vista a promover e dinamizar a Figueira da Foz através de diversas actividades no âmbito da cultura, do desporto, do associativismo, da juventude, entre outras.

Neste período de eleições autárquicas onde se discutem e se conhecem as linhas orientadoras dos programas dos candidatos à Câmara Municipal da Figueira da Foz e Juntas de Freguesia, a jovem associação prometeu reunir-se com todos os candidatos à Câmara Municipal da Figueira da Foz, designando essa fase por  “ Ronda Autárquica”.

Ontem, dia 23 de Agosto de 2017 realizou-se uma reunião entre o Presidente da Associação Juvenil Figueira da Foz, Luís Marques  o Secretário Rui Gonçalo Quinteiro e o candidato do Movimento Partido da Terra (MPT) António Durão onde se discutiram as propostas para o mandato a que se candidata.

Numa conversa onde, foram abordados vários temas, entre os quais: a Juventude, a Educação, o empreendedorismo e também o desenvolvimento económico. No que toca à juventude e educação, o candidato defendeu a criação de uma disciplina no Ensino Básico de código e algoritmos matemáticos para melhor desenvolvimento do raciocino lógico e matemático no futuro, assim como a proposta para a criação de um Conselho Permanente de Juventude para melhor acompanhar os jovens e associações juvenis. Pretende ainda conhecer as realidades das associações juvenis registadas no concelho da Figueira da Foz.

Em relação ao empreendedorismo e desenvolvimento económico, António Durão fez a apresentação do evento, organizado por ele e pela sua equipa, "Figueira Atlantic Summit" a ser realizado em Outubro, propositadamente após as eleições na Figueira da Foz. Defende que não é um evento político, apesar de ser um dos mentores. Os seus dinamizadores, além do próprio, é uma equipa pluridisciplinar com arquitectos, gestores de projecto, engenheiros e técnicos que tem como objectivo posicionar o concelho no mapa europeu da economia do conhecimento. 

A longo prazo pretende-se a criação de um ecossistema empreendedor, alicerçado em parcerias regionais e que tem como objectivo a criação de emprego e a fixação de jovens quadros altamente qualificados. No limite interessa a promoção do concelho, das suas empresas e das suas mais-valias.


Foi ainda abordado a elevada tarifa da água na Figueira da Foz. O candidato defende que devem ser feitas conversações entre o Município e as Águas da Figueira SA. Com vista diminuir as tarifas da água no concelho. Em último caso, se for possível e se não houver entendimento entre as partes, António Durão defende uma remunicipalização dos serviços de água.

Trabalhadores da Sumol+Compal convocam greve e concentração em Pombal na próxima 3.ª feira


GREVE

Os trabalhadores da Sumol+Compal convocaram uma greve e uma concentração para a proxima terça-feira, dia 29 de Agosto, em frente às instalações da empresa em Pombal, para denunciar o incumprimento do salário mínimo nacional. 

Através de comunicado, após os plenários de 16, 17 e 18 de Agosto, o Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura e das Indústrias de Alimentação, Bebidas e Tabacos de Portugal (Sintab) indica que os trabalhadores da Sumol+Compal «determinaram em plenário uma concentração à porta da empresa, em luta contra a administração, que desrespeita o aumento do salário mínimo nacional e que não negoceia com o sindicato o caderno reivindicativo apoiado pelos trabalhadores». 


A concentração ficou marcada para a próxima terça-feira e contará com a presença do secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, pelas 15:00, segundo foi possível apurar.

Figueira da Foz com "duas Navais": Naval 1893 foi oficializada e já apresentou treinador



DESPORTO
Por Joel Perpétuo

A Naval 1893 anunciou na sua página oficial, a contratação de João Pereira como "homem do leme" para o futebol sénior neste novo clube, que já está inscrito na Associação de Futebol de Coimbra, e participa já este ano na 1.ª Divisão distrital. 

Porém apesar de ter sido criado uma nova equipa, a Associação Naval 1.º de Maio continua a existir e irá este ano apresentar uma equipa de futebol sénior, que vai competir a nível Distrital, mas inserida na Divisão de Honra, orientada pelo treinador José Dinis.

Além do anuncio da contratação de João Pereira, o clube abriu também uma fase de recrutamento de atletas, assumindo estar a receber currículos de jogadores da área geográfica onde se localiza,e tem em Marco Figueiredo o novo director geral, os restantes órgãos do clube, assim como os objectivos desta associação serão apresentados amanhã (quinta-feira) em conferência de imprensa no auditório do CAE pelas 19h00.

Naval 1893 vai ter equipas de futsal


DESPORTO

Estão abertos os treinos de captação para Benjamins, Infantis e Iniciados que queiram praticar futsal, na Naval 1893, clube que irá participar no Campeonato Distrital da modalidade.

O local onde o clube vai treinar e disputar os seus jogos, será o Pavilhão da Escola Dr. João De Barros.

João Pereira é o novo treinador da Naval 1893


DESPORTO

A Naval 1893 anunciou na sua página oficial, a contratação de João Pereira como "homem do leme" para o futebol sénior neste novo clube. 

Além do anuncio da contratação de João Pereira, o clube abriu também uma fase de recrutamento de atletas, assumindo estar a receber currículos de jogadores da área geográfica onde se localiza, podendo os interessados dirigirem-se a Marco Figueiredo (director geral da formação) ou ao novo novo treinador: João Pereira.

Maior Cá ou Monte Mor? Conhece a história da freguesia de Maiorca?


MAIORCA

A Freguesia de Maiorca, actualmente conta com uma área de 25,14 km² e cerca de 3 mil habitantes, é constituída pelas localidades de  Santo Amaro da Boiça, Casais, Anta, Cruzes, Arneiro de S. João, Serrado de Coimbra, Arneiro de Fora, Biscainhas, Porto da Boiça, Alegria, Serra de Castros, Serra de S. Bento, Casal Benzedor, Sanfins, Barca de Sanfins, Cabra Viga, Maiorca, Vale de Cardosos, Vale do Meio, Casal da Falca, Vale do Poço, Raposeira, Castelo, Espinheira e Casal da Rola, mas tem uma história bastante antiga,se ainda não sabe fique a saber um pouco mais.



Origem do nome de Maiorca segundo a cultura popular


A origem do nome de Maiorca segundo a tradição popular acompanha o denominativo nome de Montemor-o-Velho, ou seja,reza a lenda que a grande rivalidade existente entre os habitantes destas duas localidades, por cada uma considerar que a sua terra era o sitio mais elevado, originou este nome.

«Os de Montemor, gritavam no alto do seu castelo "Monte..Mor", e os de Maiorca respondiam ao despique "Maior..Cá", assim dando a origem, segundo a cultura popular, o nome das duas localidades.»

À luz desta explicação, também a população de Verride que via esta história de fora, ao dizer "vede e ride", acabaria por explicar assim a origem do seu nome.



Origem Etimológica para o nome da Vila


Segundo a explicação etimológica, e melhor fundamentada, o topónimo de Maiorca, resulta da junção dos vocábulos árabes mal (muito) e Horca (apertado), que caracterizavam geograficamente a localidade, uma vez que se tratava de uma ínsua apertada entre os rios Foja e Mondego.



Breve História da Freguesia de Maiorca


A história de Maiorca é projectada a limites de povoamentos fenícios, romanos e árabes. Foi em tempos, Vigaria do Cabido da Sé de Coimbra, foi também Couto da Universidade de Coimbra e sede do Concelho com direito a juiz ordinário, vereadores e almotacés, entre 1834 e 1853, data a partir da qual integrou o Concelho da Figueira da Foz.

«Segundo a crónica da ordem dos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho, Maiorca teria sido doada como vila, a Santa Cruz de Coimbra, pela Rainha D. Dulce, mulher de Sancho I, em atenção ao seu confessor, D. João Frois, que era prior do convento. Este dar-lhe-ia foral em 1194. Constituiu, até ao início do século XIX, o couto de Maiorca. Tinha, em 1801, 2 613 habitantes. Foi sede de concelho até 1855». 

Era constituído pelas freguesias de Alhadas, Brenha, Ferreira-a-Nova, Maiorca e Quiaios. Tinha, em 1849, 12 846 habitantes. A área do antigo concelho correspondia à zona norte do actual município da Figueira da Foz. Mais recentemente, foi elevada a Vila pela Lei 62/95, publicada em diário da República, I Série A, nº 200 de 30 de Agosto de 1995.

Montemor-o-Velho: Freguesia de Liceia recebe o II Trilho de São Miguel


DESPORTO

No próximo dia 3 de Setembro, a freguesia de Liceia, no Concelho de Montemor-o-Velho, recebe o II Trilho de S. Miguel. 

O ano passado a primeira edição deste trilho, contou com cerca de 400 participantes. Este ano o Centro Cultural Recreativo e Desportivo de Liceia desafio os atletas para um trail com cerca de 17 quilómetros e para uma caminhada com 10 quilómetros.

A organização terá prémios para a equipa com maior número de elementos inscritos nas duas vertentes da prova, assim como para os três primeiros classificados na classificação geral e também na classificação por escalão.

As provas terão início às 9h00 e poderá inscrever-se até ao dia 27 de Agosto deste mês, através do seguinte e-mail:  e-mail geral@chrono.pt.

Festa nas Alhadas de 25 a 27 de Agosto


FESTA
A FestAlhadas vai realizar-se entre dia 25 e 27 de Agosto de 2017. Um evento que promove o dinamismo e a cultura tradicional da freguesia das Alhadas.

Um evento que pretende homenagear o agricultor e as suas tradições agrícolas, num programa que tem como pontos referenciais a gastronomia, o artesanato e animação, entre muitas mais actividades para quem visitar a freguesia.

A FestAlhadas abre no próximo dia 25 pelas 17h30, no Largo das Piscinas, com as tasquinhas, exposição de artesanato e também animação. Haverá baile animado pelo Duo S.Pedro, e animação ao cargo do grupo de dança "Animart CRIA, do grupo de cantares da SBUA e ainda do Rancho Folclórico das Alhadas.
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