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12 de novembro de 2018

USFF considera que não há preocupação da parte do «Ministério da Educação, em garantir a aprendizagem da língua portuguesa aos filhos de trabalhadores estrangeiros que trabalham em empresas do Concelho»


Leia na íntegra o comunicado da União de Sindicatos da Figueira da Foz:

«A Direção da União de Sindicatos da Figueira da Foz, reuniu hoje dia 9 de Novembro e decidiu:
1- Manifestar a sua solidariedade para com todos os trabalhadores que viram as suas vidas familiares e profissionais afetadas com o mau tempo que afetou o nosso Concelho, assim como para com todo o tecido empresarial que ainda vive momentos difíceis, o desejo de rápido restabelecimento da normalidade.
2- Mobilizar todos os trabalhadores do Concelho para a participação na MANIFESTAÇÃO da CGTP-IN, DIA 15 DE NOVEMBRO EM LISBOA – 15H DESFILANDO DO MARQUÊS DE POMBAL AOS RESTAURADORES. Sairá um autocarro com trabalhadores do setor privado pelas 9h30 da Figueira da Foz, Professores e outros trabalhadores do sector público irão organizados nos seus sectores.
A importância de dar força às justas reivindicações por nmelhores salários e melhores condições de vida e de trabalho e de marcar a firme posição de rejeição dos trabalhadores(as) á legislação laboral, que o Governo e os deputados do PS, PSD, e CDS/PP se preparam para aprovar na Assembleia da República e que visam apenas favorecer ainda mais o patrões e piorar as relações laborais, tornando mais frágeis os direitos dostrabalhadores.
A exigência de que sejam revistas as normas gravosas da legislação laboral, aliás compromisso do PS enquanto oposição, serão também o objetivo que se pretende alcançar nesta ação. Da reflexão sobre os problemas dos trabalhadores do Concelho, destacaram-se as seguintes preocupações:
- No nosso Concelho, em todos os setores profissionais sente-se, como em todo o País, a existência de algumas tentativas de divisão dos trabalhadores: como por exemplo propostas para criação de outras estruturas sindicais que possam fazer a vontade às Associações Patronais e empresas, ao nível da contratação coletiva, no sentido de por essa via, virem a diminuir a capacidade de luta e reivindicação dos trabalhadores organizados nos sindicatos de classe da CGTP-IN, nesta matéria tem valido tudo, desde o assédio moral, às calúnias infundadas. Os trabalhadores mesmo com vínculo precário, resistem e não claudicam perante estes jogos dos Patrões e do Estado.
- A não existência de preocupação por parte do Ministério da Educação, em garantir a aprendizagem da língua portuguesa aos filhos de trabalhadores estrangeiros que trabalham em empresas do Concelho, como é o caso dos da Lusiaves.- A tentativa concretizada pelas empresas de contratação de mão de obra, que estão a construir a nova caldeira da CELBI, de solicitar o trabalho ao sábado sem pagar como a Lei determina com acréscimo de 100% e pagando apenas hora por hora a singelo. Congratulamo-nos com os trabalhadores que resistiram e recusaram trabalhar nessas condições».

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