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22 de dezembro de 2018

«Já se realizaram 26 partos naquela que é considerada a maior maternidade do país, a A14» Lídio Lopes


«Já se realizaram 26 partos nas nossas ambulâncias, naquela que é considerada a maior maternidade do país, a A14»




Realizou-se esta sexta-feira a sessão solene comemorativa dos 136 anos dos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz (BVFF), uma sessão que teve como convidados de honra, D.Duarte Pio e Vítor Melícias, que foram condecorados pela corporação organizadora.

Lídio Lopes, Presidente da Instituição aniversariante, anunciou a sua recandidatura a um novo mandato de três anos. E falou da importância dos bombeiros portugueses «que são 98% do socorro em Portugal em qualquer teatro de operações, os bombeiros não são uma força do sistema de protecção civil, mas sim a força do sistema de protecção civil» referiu. «Os bombeiros são os primeiros agentes, e qualquer equação tem de ter essa premissa, é preciso reformar este frágil sistema de protecção civil, que evidenciou estar ultrapassado e tem demonstrado falhas».

Abordou também o ano 2018, que «não foi um fácil, foi de concretização e preocupações» e destacou a inauguração das as obras de profunda requalificação da secção destacada do Paião (orçada em cerca de 200 mil euros), que estava num estado lastimável, imprópria para o uso de gente» referiu e agradeceu à CMFF pelo apoio.

«Estamos felizes com a existência de mais meios à disposição da população, mas ficamos tristes e desapontados pela forma rasteira, às escondidas por parte do INEM pela solicitação de segredo ao fornecedor,» referindo-se à forma como foi atribuída a nova unidade móvel de emergência do INEM à delegação da Cruz Vermelha da Figueira da Foz.


«Já se realizaram 26 partos nas nossas ambulâncias, naquela que é considerada a maior maternidade do país, a A14, que liga Figueira da Foz a Coimbra» referiu o Presidente dos BVFF.


Acrescentando que continua preocupado com a possibilidade de um dia poder algo correr mal (à criança ou à mãe) e «nesse dia o Estado pedir responsabilidades aos bombeiros», por esse motivo referiu que já se antecipou com os serviços jurídicos e que numa situação dessa natureza, a culpa «será do Ministro da Saúde ou Secretário de Estado da Saúde, mas não será com certeza dos Bombeiros que têm de prestar um serviço para o qual o governo cria más condições» referindo o fecho da maternidade da Figueira da Foz».

«Agora as senhoras têm de ir ter os seus bebés a Coimbra, e nós temos de ter bebés com elas pelo caminho,  isto terá de um dia se resolver» conclui.

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