PSD da Figueira da Foz denuncia “Carnaval político” ilegal e pura campanha eleitoral encapotada em que participará um membro do Governo




O PSD da Figueira da Foz denuncia «Carnaval político» ilegal e «pura campanha eleitoral encapotada» em que participa membro do Governo. Leia na íntegra o comunicado social-democrata:

«Para quem nada fez durante o seu mandato, dever ser muito conveniente ter membros do governo a anunciar obras virtuais de última hora. Contrariando a Lei e o entendimento que a Comissão Nacional de Eleições e o Tribunal Constitucional têm vindo a fazer sobre a ação dos autarcas em funções em período eleitoral, o presidente da Câmara da Figueira da Foz, Carlos Monteiro, não se tem coibido de violar todas as normas, até do bom senso.

Já não basta ter inventado o “carnaval em pleno Verão”, o presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, nunca eleito para o cargo, prepara-se amanhã para assinar e discursar numa cerimónia de assinatura de um auto de consignação de uma ciclovia (!), em que participa a Secretária de Estado do Turismo, em clara violação das regras em vigor desde 7 de julho, data em que foram marcadas as eleições autárquicas.

A candidatura de Pedro Machado e do PSD consideram estes atos inúteis para inverter o sentido de voto dos figueirenses que assistiram, nos últimos anos, a uma crescente degradação da capacidade de execução da autarquia, uma das que mais habitantes perde na Região e no País. Mas, simultaneamente, consideram-nos absolutamente insultuosos do bom nome da Figueira da Foz e das suas instituições, pela falta de ética e de decência política que revelam.

Realmente, a Figueira da Foz não pode ser o palco do “Carnaval político” em que algumas candidaturas estão a procurar transformá-la, com divulgação ilegal de falsas sondagens, com a permanente utilização ilegal de meios do Município para atos de propaganda eleitoral e até, imagine-se, a criação de um suposto canal de TV controlado pela presidência da Câmara.

O PSD não quer fazer desta campanha eleitoral uma questão jurídica, porque ela é demasiado importante para o futuro da Figueira da Foz, mas não deixará de expor junto das entidades competentes os casos que entenda desrespeitarem a Lei, o bom senso e sobretudo a imagem da Figueira da Foz.

Tal como fez há quase de dois meses publicamente e antes de se iniciar o período eleitoral, a candidatura de Pedro Machado volta a apelar aos seus adversários para que respeitem a Lei e mantenham a campanha dentro dos cânones e das regras insistentemente anunciadas pela Comissão Nacional de Eleições e que podem ser consultadas neste link: https://www.cne.pt/sites/default/files/dl/al2021_nota-informativa-publicidade-institucional.pdf»

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