VirtuALL vai às freguesias de Montemor-o-Velho



A manhã em Reveles, na sede do Grupo Recreativo Revelense, foi repleta de tecnologia, com muita estimulação motora e cognitiva para a Natália, a Maria Ermezinda e a Maria Alexandrina, a mais nova das três irmãs e cuja idade chega às sete décadas.

Bastante animadas, as três irmãs fizeram parte do primeiro grupo que participou na primeira sessão do projeto VirtuALL (Simbiose entre Inovação, Envelhecimento e Qualidade de Vida) que regressou às sessões presenciais no concelho de Montemor-o-Velho, ainda que em moldes diferentes e adaptados ao contexto de pandemia.

A Natália, a Maria Ermezinda e a Maria Alexandrina já fazem parte da história, não só porque “as pessoas com mais de 65 anos estão a ter contacto com a tecnologia”, conforme explicou uma das técnicas do projeto, mas também porque a sessão do projeto ocorre de forma descentralizada e se realiza, pela primeira vez, em Reveles, na União de Freguesias de Abrunheira, Verride e Vila Nova da Barca (UFAVVNB).

“Em pequenas não brincámos e agora vimos aqui brincar um bocado, aprender e manter a cabeça e o corpo a funcionar”, referiram, de modo divertido e com um sorriso que se adivinha por detrás das máscaras.

Recorda-se que o projeto VirtuALL se realiza nos municípios que integram a AD ELO e que, em Montemor-o-Velho, as sessões decorreram numa sala preparada nas Piscinas Municipais onde receberam grupos de diversos pontos do concelho.

Com o intuito de evitar a deslocação das pessoas e, assim, aumentar a sua segurança em tempos de pandemia, o projeto vai, num primeiro momento, acontecer em Reveles, na UFAVVNB, e em Arazede.

O programa é gratuito, dirigido a pessoas com mais de 65 anos e, para saber como participar em ações futuras, os munícipes interessados devem contactar os serviços de Ação Social pelos telefones 239 687 300 ou 930 409 584.

O projeto VirtuALL é coordenado pela AD ELO e conta com a parceria dos municípios (Investidores Sociais) da sua área de influência (Cantanhede, Montemor-o-Velho, Mealhada, Penacova, Figueira da Foz e Mira), sendo cofinanciado pela União Europeia, através do Fundo Social Europeu, no âmbito de uma candidatura efetuada ao Portugal Inovação Social.

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