«Escritores, Memórias e Olhares», uma exposição “muito importante na estratégia cultural do Município”




Foi com os poemas “Carteiro” e “Liberdade”, de Manuel Alegre, que Luís Machado deu início, na tarde do passado domingo, 02 de fevereiro, no Auditório Municipal, ao recital “Poesia de Sempre, para Sempre”, que assinalou o términus da exposição fotográfica de Fernando Bento “Escritores, Memórias e Olhares”, patente desde 08 de novembro de 2019, na sala 3 do Centro de Artes e Espectáculos. O vereador da Cultura, Nuno Gonçalves, referiu que esta exposição é “muito importante na estratégia cultural do Município”, que todo o percurso feito à sua volta “foi muito intenso”, muito pela “forma como conseguimos colocar os autores em diálogo próximo com o público”. Para o recital, Luís Machado convidou o maestro Rui de Matos, que “generosamente aceitou o convite”, e ´ilustrou` poemas de 11 dos autores retratados por Fernando Bento. Antecipando a pergunta “E porquê só 11 autores e não os 25?”, Luís Machado esclareceu que “alguns dos escritores retratados não escreveram poesia”. 

O Curador agradeceu à Câmara Municipal “a forma como acolheu nos seus braços esta magnífica exposição”, e toda uma série de “coisas que fizemos e que foram desafios”. Nuno Gonçalves referiu que iniciativas como este recital, “um hino à poesia”, se enquadram “claramente dentro da estratégia da cultura que na Figueira temos vindo a propalar: uma agenda eclética, diversificada, de acesso democrático e com uma intensa marca de culturalidade”. O autarca aproveitou para dar nota do importante e fundamental papel do Serviço Educativo da Cultura, que está “verdadeiramente preocupado em conseguir dar reposta ao incentivo à literatura e à leitura e também em fazer essa ligação com as gerações mais novas”.

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