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15 de dezembro de 2018

Escolas Infante D. Pedro e Bernardino Machado assinalaram os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos



As Bibliotecas Escolares das Escolas Infante D. Pedro e Bernardino Machado assinalaram os 70 anos da Declaração dos Direitos Humanos, associando esta data às comemorações da quadra natalícia, com exposições alusivas a esta temática. 

Na Escola Infante D. Pedro, a exposição integrou mensagens de solidariedade, que cada turma, do 1.º ao 9.º ano, registou em papel ilustrado com pombas brancas. Os alunos do 9.º ano, sob a orientação da docente Regina Arneiro, contribuíram também para a exposição com alguns trabalhos, resultantes do estudo sobre o tema, nas aulas de Geografia. Durante uma aula de Português, a turma do 7.º C, acompanhada pela professora Rosa Nicolau, deslocou-se à biblioteca, onde realizou a leitura e discussão dos artigos da Declaração dos Direitos Humanos. Na Escola Secundária Bernardino Machado, a turma do 7.º E apresentou, à comunidade educativa, os artigos que constituem a Declaração Universal dos Direitos Humanos. À entrada da Biblioteca Escolar foram exibidos pequenos vídeos que salientavam a importância do comprometimento individual perante a aplicação desses direitos, sendo os alunos convidados a assinar, assumindo esse compromisso.

Mensagem dos alunos da turma 7ºE:

«No dia 10 de dezembro, na belíssima escadaria da Escola Secundária Dr. Bernardino Machado, os alunos do 7.º E enunciaram os cerca de 30 artigos que constituem a Declaração Universal dos Direitos Humanos (conjunto de direitos básicos) criada pela ONU, a 10 de dezembro de 1948 e nunca reconhecida nem ratificada por António de Oliveira Salazar. Nesta apresentação, cada aluno da turma mencionou um direito, citando ao público os direitos humanos (abreviados) de forma clara e concisa.
A atividade foi desenvolvida em articulação com a Biblioteca Escolar e foi uma oportunidade magnífica, para os alunos poderem celebrar os 70 anos de um património tão importante para a Humanidade, dado que, segundo os alunos, “este documento é muito importante e já mudou a vida de muitas pessoas dispersas pelo mundo inteiro. Por exemplo, há quem não possa estudar, há quem não tenha liberdade de expressão ou quem sofra discriminação; e este documento é contra isso”.
 Ao longo das duas semanas que antecederam a comemoração da efeméride, os alunos foram preparados pela Professora Maria José Monteiro, tomaram consciência das mensagens veiculadas pela Declaração e, paulatinamente, durante o segundo período, nas aulas de Cidadania e Desenvolvimento, terão de refletir sobre o dever inerente a cada direito, ideia proposta pela Professora Júlia Rodrigues.
Para culminar a atividade, e numa estreita e sadia pareceria com os Encarregados de Educação, Dinis Nunes, pai de um aluno, comunicou de uma outra forma a sua visão sui generis deste documento, com uma composição sobre tela, que se encontra exposta na zona da Biblioteca Escolar”


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