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25 de outubro de 2018

“Cidadania, Desigualdade(s) e Prevenção da Violência” sensibilizou jovens de Cantanhede



Perto de duas centenas de jovens participaram no debate “Cidadania, Desigualdade(s) e Prevenção da Violência”, iniciativa organizada pelo Núcleo de Apoio às Vítimas de Violência (NAVV) de Cantanhede da Associação Fernão Mendes Pinto (AFMP), no âmbito do programa sobre “Democracia, Igualdade de Género e Direitos Humanos”. 




No Centro Paroquial de S. Pedro, em Cantanhede, a mesa redonda contou com a presença da coordenadora do NAVV de Cantanhede, Marta Santos, da presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, Helena Teodósio, o vereador do município com o pelouro da ação social e presidente do Conselho Local de Ação Social, Adérito Machado, Procuradora-Adjunta Ministério Público do Tribunal de Cantanhede, Mónica Travessa, a chefe do Núcleo de Investigação e de Apoio a Vítimas Específicas do Comando Territorial da GNR de Coimbra, Anabela Mendes.

Para assinalar o Dia Municipal para a Igualdade, dia 24 de outubro, o NAVV realizou este debate juntamente com “os excelentes parceiros que encontrou em Cantanhede para atenuar o sofrimento das vítimas e para sensibilizar todas as pessoas, principalmente os jovens”. Marta Santos, coordenadora do NAVV de Cantanhede, recordou que a exposição “Aqui Morreu uma Mulher” pretende assinalar os 15 anos desde que a violência doméstica é um crime público. Esse facto “leva-nos a todos a ter dupla responsabilidade” para “encontrar estratégias e parcerias para interromper o ciclo de violência onde todos devemos parar, pensar e agir”. 

Dirigindo-se ao público jovem, Marta Santos assegurou que “vocês são a sociedade de amanhã e temos de contribuir para a cessação destas situações de violência”, que muitas vezes acontecem no seio familiar. “Nem sempre a família é um local de conforto. Temos de saber procurar ajudar fora”.

Por sua vez, a presidente da Câmara Municipal de Cantanhede congratulou-se com a presença de “tantos jovens nesta sessão que interessa ou deve interessar a todas as gerações”. Para a “construção de uma sociedade em que os problemas da violência, da discriminação e outros sejam diluídos na afirmação dos mais elevados valores e princípios da dignidade humana”, Helena Teodósio afirmou que  “os agentes públicos estão confrontados com a exigência de acionarem respostas para todos para a violência reiterada em contextos em que por vezes não é fácil intervir, a violência de género, a violência contra idosos, a violência no namoro, enfim, todos os tipos de violência”.

A edil de Cantanhede informou ainda que “o Município de Cantanhede é associado da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, que de resto faz parte do Conselho Local de Ação Social, no âmbito do qual e com base nos mecanismos de que a Rede Social do concelho dispõe para identificar e sinalizar as situações de violência doméstica, estão protocolados os procedimentos a adotar no sentido de apoiar as vítimas”. Mais recentemente, o município e a Associação Fernão Mendes Pinto criaram o NAVV, a funcionar na Casa Francisco Pinto, que “constitui sem dúvida uma resposta para um problema que queremos eliminar, combatendo as suas causas e criando quadros de referência suficientemente mobilizadores para criarem um amplo movimento coletivo contra a indignidade  de tal chaga social. 

A iniciativa, muito participada pela plateia de jovens, contou também com a participação dos autores da exposição “Aqui Morreu uma Mulher”, a jornalista Teresa Campos e o fotografo José Carlos Carvalho, da revista Visão, e de Luísa Rego em representação da ANIMAR – Associação Portuguesa para o desenvolvimento Local.

“Democracia, Igualdade de Género e Direitos Humanos” foi organizado em parceria com a Câmara Municipal de Cantanhede e da ANIMAR – Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local. A exposição de fotografia “Aqui Morreu uma Mulher” pode ainda ser vista na Praça Marquês de Marialva, depois de ter estado patente ao público nos claustros da Câmara Municipal de Cantanhede e no Centro Paroquial de S. Pedro.

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