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3 de outubro de 2018

CDU manifestou discordância sobre opções das obras em curso por ter uma visão diferente dos Executivos da Câmara e da Junta de Freguesia



Leia na íntegra o Comunicado da CDU/Buarcos e São Julião:




«CDU vai continuar a manter ponto de interrogação onde o Executivo da Junta PS/BE, pretendiam ponto final. Mais uma vez, no decorrer da Assembleia de Freguesia de Buarcos e São Julião do passado dia 21 de Setembro, o eleito da CDU reafirmou o seu papel de oposição e exigiu clarificação das respostas que lhe fizeram chegar ao fim do dia, 4h antes da realização da Assembleia sobre as questões anteriormente colocadas.

A questão dos salários dos trabalhadores, “coisa” muito difícil inicialmente, tendo até o senhor Pelicano, funcionário da J. F. dito que o dele a CDU não iria saber nunca, lá veio agora a explicação dos valores questionados e a confirmação da existência de valores pagos para além do salário base e a indicação dos valores da retribuição de 2100€ ao Presidente e de 864€ ao Tesoureiro e à Secretária. Este valor advém do facto de serem pagos por meio tempo, valores de acordo pelo que determina a Lei das Autarquias Locais. Desde a primeira hora, a CDU lançou o repto para que desempenhassem as suas funções pro-bono, uma vez que são aposentados e desse modo não onerariam as condições financeiras da autarquia.

O Executivo da Junta voltou a não querer explicar como decorreram as diversas adjudicações das Obras da Sede da Junta de Freguesia em Buarcos: a empresa que executou a obra foi escolhida com um orçamento de 19.000€ e depois o valor do contrato na plataforma dos concursos públicos foi de 24.000€ e por fim ainda chegou ao valor final de 27.000€. A CDU reafirma que não estão em causa os valores gastos, apenas nos parece que as restantes empresas que concorreram para a realização da obra, deveriam ter sido chamadas a apresentar novo Orçamento, pelo menos para o valor e intervenções que foi adjudicado à “Traços conjugados” de 24.000€


No seguimento da nossa posição sobre o regulamento de atribuição de subsídios, que não aprovámos, por ser discricionário sobre o valor a atribuir, questionou a CDU o que se passou para, em relação ao evento Festival de Cinema da Figueira da Foz, Film Art, a quem a Junta de Freguesia sempre atribuiu 1000€ e que nesta edição baixou para 100€, tendo a organização rejeitado esse subsídio por considerar a “oferta”uma desconsideração inaceitável.

Mas também e mais grave, o que estava a acontecer com a Associação Malta do Viso e a sua iniciativa do 15 de Agosto. A Junta sempre pagou os prémios a atribuir, mas, pasme-se, o senhor Presidente da Junta, “explicou” que a redução do subsídio de 160€ para 60€ se devia à dificuldade que teve de defender o apoio junto do Executivo, dada a posição que o eleito da CDU tem tido de “ataques” ao Executivo da Junta! É caso para se comentar que “Esta não lembra ao diabo!” Sabemos que a Associação e o seu Presidente solicitaram esclarecimentos e manifestaram a sua indignação sobre esta ligação entre política e associativismo, ficando claro que a crítica não é bem vinda pelos lados da Junta de Freguesia de Buarcos e S. Julião!

A CDU manifestou discordância sobre a oportunidade, prioridades e opções das obras em curso porque temos uma visão diferente da dos Executivos da Câmara e da Junta de Freguesia. Chamámos, uma vez mais, a atenção para as necessidades, essas sim imensamente urgentes, de requalificações em várias ruas e outros espaços dos cascos urbanos de Buarcos e Figueira.

A CDU sabe e reafirmou, “o saco está cheio”, mas é necessário que sejamos todos acutilantes, eleitos e eleitores, acerca da utilização do dinheiro que é de todos. Existem e já o dissemos, outros locais da freguesia mais necessitados de intervenção ao nível da higiene, segurança e sobretudo dos pavimentos. Existem espaços verdes e de lazer espalhados pela freguesia e que se encontram a necessitar de intervenção e reparações urgentes.

A CDU, na pessoa do seu eleito, António Baião, reforçou que não deixará de desempenhar o papel de oposição em representação dos que em nós votaram e de todos quantos não votando, necessitam de ter voz neste órgão autárquico. Nunca prescindiremos da nossa autonomia e do direito inalienável de participação.

A CDU não se intimida com a prepotência das respostas, e não aceitará o esvaziamento dos objectivos do Órgão Assembleia de Freguesia. Deixou isto claro no decorrer desta Assembleia quando colocado perante informações sobre actividade ou gestão financeira, sem documentos para os acompanhar! Esta grave falta, aliás, mereceu uma recomendação para o futuro, por parte do senhor Presidente da Assembleia.

A CDU não aceitou nem aceitará que queiram “à força” meter um ponto final, onde nós achamos que deve continuar uma interrogação, porque, persistindo dúvidas, exigimos esclarecimentos. Foi neste contexto que utilizámos o dito popular“à mulher de César não basta ser séria, é preciso parecê-lo”, pois não estávamos a colocar em causa a seriedade do Executivo. O senhor tesoureiro veio em Assembleia “corrigir-nos” (pensava ele )afirmando “ à mulher de César não basta parecer, é preciso ser séria”. Não percebemos o alcance da “correcção”. É que é mesmo como dissemos. Talvez tenha ouvido pela primeira vez!

O Bloco de Esquerda, confirma-se que foi a escolha certa para o PS, pois até se chega ao ponto de ser o sr. Mário Paiva, elemento do PS, a dizer que o Bloco os acompanha nas posições que vão tomar e também nas votações, não tendo o BE autonomia no seio da Assembleia, onde mais uma vez o seu membro não usou da palavra.

A CDU»

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