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1 de setembro de 2018

Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria denuncia irregularidades laborais na Figueira da Foz



Leia na íntegra a nota de imprensa do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria:




«Este sindicato realizou no decorrer do presente mês de Agosto vários porta-a-porta nos estabelecimentos da hotelaria, restauração e bebidas das cidades de Coimbra, Figueira da Foz, Espinho, Aveiro, Viseu, Guarda, Covilhã,  Peniche e Castelo Branco e nas vilas de Óbidos e Nazaré, constatou que, em geral, os CCTs da Hotelaria, Restauração e Bebidas celebrados entre a FESAHT e as associações patronais AHRESP  e APHORT, designadamente no que se refere:
a) Tabela salarial;
b) Subsídio de alimentação mensal para os estabelecimentos de bebidas e nas férias para todos;
c) Abono de falhas;
d) Prémio de línguas;
e) Descanso semanal;
f) Trabalho em dia feriado;
g) Registo e pagamento de trabalho suplementar;
h) Utilização abusiva dos trabalhadores estagiários, para o desempenho sós, de tarefas de um posto de trabalho de necessidade permanente;
i) salários em atraso.
Ás perguntas que estavam no documento anexo ao valor da tabela salarial, as principais respostas foram:
- Era bom que ganhássemos isso e que tivéssemos esses direitos!
- Isso é verdade? É mesmo isso que devíamos receber?
- 40h semanais, dia e meio (Restaurantes) ou dois dias (Hotéis) de descanso semanal, era bom mas só temos um, nesta altura nem esse ou então é dado conforme o patrão quer!
- Feriado pago a dobrar, o que é isso?
- Trabalho suplementar tem de ser pago? Isso era bom, mas trabalhamos mais 2 ou três horas todos os dias nesta altura e o salário é o mesmo, dizem-nos que depois seremos compensados!

Todas estas irregularidades nas relações laborais e incumprimentos dos direitos contratuais, foram hoje enviadas em pedidos de intervenção, aos Centros locais da Autoridade para as Condições de Trabalho, exigindo intervenção urgente.


Algumas situações de desrespeitos dos direitos e até de assédio moral com a exigência para que os ritmos de trabalho aumentem, utilizando linguagem imprópria, no trato com os trabalhadores(as), levando a situações de confronto e agressão verbal, em que o mais fraco, o trabalhador, acaba por sair do local de trabalho despedindo-se, têm sido levadas ao conhecimento da ACT, contudo os parcos meios, materiais e humanos que dispõem são sempre a resposta que os inspectores dão, chegando à situação de no mês de maior número de conflitos no sector, Agosto, se deixarem por tratar assuntos de necessidade emergente de intervenção.

Vamos continuar a esclarecer os trabalhadores, na certeza de que esse é o papel que nos está delegado, pelos trabalhadores que nos elegeram e que nós representamos, esse foi, é e será o contributo do movimento sindical, coerente, sério e apenas comprometido com os trabalhadores, a que nos orgulhamos de pertencer».

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