Crónica de Rui Torres: A gestão de e para a Pólis




Crónica de Opinião de Rui Torres
Título: A gestão de e para a Pólis


Tendo as cidades-estado finado, mantêm ainda algum do seu poder e recursos, os quais deveriam estar ao serviço do munícipe e da comunidade em geral. Infelizmente esse não é o caso da nossa cidade. 


O poder político, cego pelo seu próprio poder e em prol de o manter, abandona o princípio que está na raiz do conceito de município e passa a trabalhar em prol da imagem, dos eventos turísticos para os média, obras de fachada enquanto acarinha os caciques que tudo controlam e para o munícipe…que se aplique a lei da selva, porque não interessa, não representa votos de monta.


Esta forma de fazer política, autofágica, isto é, que consome bastante dos seus recursos em prol de si mesma e dos "boys and girls" que orbitam à sua volta é totalmente contrária ao que está no seu cerne, que é gerir a coisa publica.

E quando acontecem casos de cidadãos completamente abandonados em situações de total responsabilidade autárquica, abandono esse que obviamente protege caciques cá do burgo, demonstra claramente ao pântano a que se chegou, onde as areias movediças da irresponsabilidade em que se movem é disfarçado por um circo sem o pão, que tanta fama tinham em Roma, e aparentemente passaram a ser moda por estes lados.

Senhores(as) gestores(as) da autarquia (do bem publico)

Tenham vergonha, sentido de responsabilidade e trabalhem em prol dos munícipes que foi para isso que foram eleitos e são pagos. Caso não estejam de acordo, têm uma boa opção. Por favor demitam-se.


 Esta e todas as crónicas escritas neste espaço são da inteira responsabilidade dos seus autores.

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