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4 de novembro de 2017

Noite dos Esqueletos levou milhares de pessoas ao Museu Municipal (Veja as fotos)




Noite dos Esqueletos 2017  - Uma noite que deixou água na boca ...

Inspirada na tradição anglo-saxónica do Halloween, a Noite dos Esqueletos pretendeu ser, desde o seu início em 2010, mais que uma simples noite em que homens, mulheres e crianças se mascaram de seres imaginários, fantasmagóricos e aterradores que brincam às doçuras e travessuras.



Ao longo destes sete anos, a iniciativa, gratuita, tomou proporções cada vez maiores, assim como a crescente empatia que se estabeleceu com o público, que passou adere aos milhares.
Todos os anos os funcionários do Museu Municipal escolhem uma temática para a Noite dos Esqueletos e cada um encarna o seu personagem, entrando no espírito da noite. Em 2016 foi “A Noite no Egipto ”, este ano “7 anos, 7 noites, 7 sustos, 7 pecados mortais”.

A noite mais divertida e assustadora de 2017 teve como palco principal o Museu Municipal Santos Rocha, com uma extensão no Pavilhão Multiusos, onde se encontra patente, até março de 2018, a exposição “Dinossauros da Patagónia”.

A iniciativa, que continua a apostar na vertente lúdica, contudo sem nunca descurar a vertente pedagógica, na qual se faz uso do espólio do Museu e do próprio espaço museológico para testar a cultura dos visitantes, teve dois horários, para melhor servir os diferentes tipos de público que nos visitaram aos milhares nessa noite.
Assim, no Museu, entre as 18h00 e as 20h00, famílias e crianças até 12 anos, cerca de 450 pessoas, puderam desfrutar de um final de tarde assustador, mas acima de tudo, divertido e lúdico-pedagógico.

A escritora e contadora de histórias Milú Loureiro esteve presente com a sua Bruxa Mituxa; o Exploratório – C.C.Viva| Coimbra, com “7 Experiências de espantar”, uma atividade dirigida crianças dos 06 aos 12 anos e foi disponibilizado serviço de pinturas faciais (pago). A complementar estas atividades, o Museu promoveu o habitual Percurso Pedagógico, concebido pelos técnicos do Serviço Educativo de Continuidade da Divisão de Cultura. A finalizar a visita as crianças tiveram direito às habituais doçuras.

A partir das 21h00 e até às 00h00, e ainda no Museu, o evento foi dirigido ao público em geral e contou com apontamentos musicais, dança e teatro pela Escola de Artes do CAE e pelo grupo de Teatro Amador “As Personagens”, ambos com encenação de Guilherme Lima.
Pelas 22h00 realizou-se no Auditório Municipal, o tradicional desfile de “Pecadores, Fantasmas e demais Seres Aterradores”, dinamizado  pela Escola de Samba GRES- Novo Império.

Entre as 22h00 e até às 02h00, no Pavilhão Multiusos, os "Dinossauros da Patagónia" juntaram-se à festa, onde o Exploratório C.C. Viva | Coimbra tinha preparadas “Escavações Aterradoras” e um “Arrepiário”.
 A entrada no Pavilhão foi  gratuita, para todos os que passaram pelo Museu Municipal nos dois horários da iniciativa.

Como tem vindo a ser habitual, a realização da Noite dos Esqueletos contou com a colaboração da comunidade local, nomeadamente de Associações/Coletividades, que cederam roupas e adereços (Sport Clube de Lavos, Sociedade Instrução Tavaredense, Sociedade Filarmónica Dez de Agosto, Grupo Instrução e Sport, 1º e 2.º Jardim-Escola João de Deus, Escola Bernardino Machado, Escola Cristina Torres), estabelecimentos comerciais (Beljor, Ternuras, Servilusa, Lusiaves, Cevadas- Casa das Carnes do Ervedal, Padarias Dionísio, Dapaval  e Rui Mamede) e de inúmeros voluntários a título individual.

PLANO DE SEGURANÇA DO EVENTO

Este ano, tendo em conta o elevado número de pessoas que, gradualmente nos visitam neste atividade/ação, (em 2016 foram cerca de 2500), a Autarquia teve a preocupação de desenhar um plano de segurança para o evento, capaz de zelar pela salvaguarda da integridade física dos participantes e visitantes e das peças do Museu.

Nesse sentido, em estreita articulação com os Bombeiros e a Proteção Civil Municipais, Cruz Vermelha Portuguesa e empresa de segurança, foram efetuadas alterações ao funcionamento do evento, nomeadamente, duas entradas distintas, uma para o para Museu e outra para o Auditório; e um ponto de saída do Edifício, que será na viela de acesso ao CAE. A entrada de visitantes no Museu foi faseada faseada, em grupos de 50/60  pessoas, que foram  acompanhados por mestres de sala.








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