9 de outubro de 2017

Casa Cheia na Filarmónica Maiorquense para Encontro de Banda Filarmónicas




MÚSICA
Carlos Manuel Pinto

A Associação Musical União Maiorquense, a segunda mais antiga do concelho organizou no passado dia 8 de Outubro um encontro de bandas Filarmónicas. Os convidados foram as bandas da Sociedade Filarmónica Penelense e a Banda de Musica da Sociedade Filarmónica Vestiariense (esta ultima fui a vencedora do recente Festival de Bandas Filarmónicas da Figueira da Foz).


A arruada, que deu inicio as festividades, juntou largas dezenas de pessoas na vila de Maiorca, tendo terminado no cruzamento das bandeiras a frente da sede da União Musical Maiorquense. Seguiu-se uma cerimonia de abertura dos concertos, no auditório da União Maiorquense, com a entrega de ofertas, por parte da Câmara Municipal da Figueira da Foz, Junta de Freguesia de Maiorca, Associação de Colectividades da Figueira da Foz e também das bandas filarmónicas presentes. 

José Duarte, presidente da Assembleia Municipal da Figueira da Foz, afirmou o orgulho de «estar diante de excelentes bandas filarmónicas, como a de Maiorca, mas também da sua terra natal (Penela), revelando que tem tido sido uma surpresa agradável». 

Luís Sousa, músico na Filarmónica de Lares, e também colaborador na filarmónica de Maiorca afirmou que «é uma Filarmónica que está a crescer, em qualidade e quantidade de músicos». E acrescentou também que tem acompanhado a filarmónica «desde que chegou o maestro Bruno Cavaleiro (amigo de escola) que está a fazer um excelente trabalho».

O vereador Carlos Monteiro, destacou «a qualidade e quantidade de filarmónicas no concelho da Figueira da Foz, que provavelmente somos um dos concelhos com maior número de filarmónicas a nível nacional. Acrescentou também que as filarmónicas «fazem um trabalho de formação e proximidade, que liga os jovens à sua terra, mesmo que vão estudar, fora».

Luís Espadana, vice-presidente da sociedade filarmónica VestiarienseFoi muito novo para a banda filarmónica, e permaneceu até hoje, na mesma. Este ano já é a 3.ª vez que vem a Figueira da Foz (as outras duas foram para o festival de bandas filarmónicas). Destacou que «há muita cultura musical no concelho de Alcobaça, com varias bandas filarmónicas e orquestras ligeiras, tendo um bom ambiente musical no mesmo».

Rui Ferreira, Presidente da Filarmónica Maiorquense (e vencedor das eleições para a Assembleia de Freguesia de Maiorca no passado dia 1 de Outubro), destacou «o ano fantástico da filarmónica, que tem sido muito activa e tem prestado uma imensidão de serviços, como é exemplo este encontro de bandas».

«A filarmónica tem contas estáveis, tem mais de 50 músicos, não é fácil os reunir todos no
mesmo dia, tem uma escola de musica activa, e a colectividade tem ainda um rancho infantil e adulto, uma academia de dança, entre outras actividades. Temos uma escola de Musica, que acaba por vocacionar um tipo de miúdos para a banda filarmónica».


«O apoio cultural que vem de apoios camarários, e meios nacionais acaba por ser reduzido,
tendo em conta as necessidade da colectividade O edifício da colectividade, precisa de pintura, bem como um novo telhado , está com problemas de humidade, aliás é uma situação que é do conhecimento público há muito tempo.

Um dos objectivos que gostaria de realizar era juntar o valor económico necessário para as
obras, bem como manter as diferentes actividade da colectividade. Gostaria que Maiorca consiga valorizar o que se faz na Associação musical União Filarmónica Maiorquense, bem como que os maiorquenses continuem a “por” os seus filhos nacolectividade.

«Gostaria ainda de agradecer aos mais de 300 elementos, nas diferentes actividades realizadas» terminou o dirigente maiorquense.


Filipe Simões, Maestro da Sociedade Filarmónica Penelense, destacou o crescimento em número de músicos da filarmónica de Penela, assim como o aumento do número de concertos realizados.

«Tem uma academia A banda conta com mais de 60 elementos activos, tendo uma faixa etária muito jovem. O segredo para ter uma filarmónica bastante jovem, é tocar musica que eles (jovens) gostam, e a união nestas faixas etárias muito importante, sendo a musica a maior força que os une. 

Deixa um apelo para que os jovens aprendam musica, por ser a melhor coisa do mundo». concluiu o maestro Penelense.



Fotografias:


































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