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17 de agosto de 2017

Figueira da Foz quer melhorar a eficiência energética dos edifícios



CIÊNCIA

O Município da Figueira da Foz vai desenvolver um projecto pioneiro, que pretende melhorar a eficiência energética e ambiental dos edifícios, através da criação de um Laboratório Vivo para a Descarbonização.

Segundo fonte da autarquia, o projecto 100% Green representa a criação de um Laboratório Vivo que pretende :
- Co-criar cidades mais inovadoras, sustentáveis, inclusivas e resilientes, com vista a melhorar a qualidade de vida dos cidadãos e das comunidades;
- Fomentar a descarbonização das cidades, através da implementação de soluções tecnológicas que aumentem a eficiência e reduzam o consumo de energia;
- Fomentar a demonstração de soluções tecnológicas integradas, em contexto real, que tenham potencial comprovado de ser escaladas para a cidade como um todo;
- Induzir a apropriação de novas tecnologias por parte da população e comunidade local, através do desenho de experiências interactivas a vivenciar pelos cidadãos em espaço urbano;
- Possibilitar o teste de soluções tecnológicas pelas empresas e empreendedores num espaço territorial delimitado, promovendo a inovação e atraindo investimento estrangeiro através de parcerias com empresas tecnológicas internacionais;
- Projetar e divulgar, no plano internacional, tecnologias, produtos e serviços desenvolvidos em Portugal, com vista a fomentar a capacidade de internacionalização das empresas;
- Sensibilizar a população para os benefícios da adoção de comportamentos sustentáveis, através do desenvolvimento de ações pedagógicas nas escolas e comunidades;
- Promover a cidadania activa, via estímulo à participação dos cidadãos na vida das comunidades onde vivem e trabalham."

A autarquia acredita que o projecto 100% Green “representa o nascer de uma nova realidade para os edifícios”.
Neste projecto, o município terá como parceiros tecnológicos de desenvolvimento da solução a Associação BLC3 – Campus de Tecnologia e Inovação, o Laboratório Nacional de Energia e Geologia e a COMPTA.
O projeto tem também com um parceiro local o Pescódromo de Lavos, onde serão realizados testes em aquacultura.
Segundo a autarquia, “o Laboratório Vivo será um espaço interativo que permitirá à sociedade local, aos visitantes e turistas o contacto com a tecnologia” e, ao mesmo tempo, adquirirem “conhecimento para alterarem os seus comportamentos e acções em prol da descarbonização”.
É seu objectivo também desenvolver actividades com as escolas e promover actividades de divulgação.

O projecto será desenvolvido em duas fases, sendo que, na primeira, será efectuado o projecto de pormenor, e, na segunda fase, a intervenção e implementação, estando previsto um investimento de 500 mil euros.

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