16 de julho de 2017

Figueirense vê mercadoria com destino ao Pedrogão apreendida em Andorra



Mercadoria de um figueirense destinada ao Pedrogão retida em Andorra alegadamente porque o governo exige 7 mil euros de IVA para deixar sair os bens

SOLIDARIEDADE


António Bernardes é figueirense, trabalha num escritório de uma empresa de transportes, e juntamente com um amigo transportador em Andorra, decidiram fazer o transporte de Barcelona até ao Quartel dos Bombeiros de Vila Nova de Poiares de diversas mercadorias, com destino às vítimas do incêndio no Pedrogão Grande.

Até aqui a história é completamente normal, não fosse o facto de o governo de Andorra alegadamente exigir 7.000,0 euros de IVA ou TVA aos doadores, para deixar sair os bens, António Bernardes assume a sua frustação e explica: «viemos sem cobrar nada, o transportador que iria trazer os bens de Andorra também o ia fazer sem cobrar. Afinal pelo que sabemos até este momento, iremos de mãos abanar para Portugal».

António Bernardes afirmou que ele e o seu amigo, enquanto encartados foram de forma gratuita, num camião que estava parado, da sua entidade patronal. Arranjaram um frete, para o camião não ir vazio para lá e posteriormente iriam regressar com o frete da mercadoria doada. Estes fretes, não iam ser gratuitos, mas antes ter um preço reduzido, de forma que os doadores aceitassem pagar alguma parte do transporte.

Esse “amigo” andorrano iria transportar a mercadoria até um armazém dele em Barcelona, onde então iria-se transferir a mercadoria para o camião Português. Só que desde de Segunda-feira (dia 10 de Julho de 2017) que o carro esta bloqueado na fronteira andorrenha, porque a alfandega andorrenha, requer 7000 mil euros em IVA estimados, sobre a mercadoria doada.

Segundo esse senhor de nacionalidade andorrana, as autoridades do seu país devem estar a pensar que a mercadoria, poderá ter um outro vim, como a venda. A mercadoria é diversa, entre roupa, brinquedos e outros bens doados. Para além da mercadoria presa, existe os custos de gasolina, portagens, estadias, alimentação, e viagens de avião que foram gastas com este bloqueio.





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